Adendo a notificação ao Maia
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Adendo a notificação ao Maia

"...Eis que, se fosse um contraditório penal de foro privilegiado vencendo etapa perante a Câmara dos Deputados, o relatório de José Bonifácio tinha de ter vindo fundamentado em decisões nas responsabilizações institucionais e penais de Rodrigo Janot promovidas por Michel Temer, por denunciação caluniosa, fabricação e uso de documentos falsos, forjamento de provas, abuso de poder e atentado contra a ordem jurídica e o regime democrático; sobre o devido processo legal no qual ele, sob a ampla defesa tivesse resultado assim imputável. Aliás, as responsabilizações de Rodrigo Janot por Michel Temer tinham de arrolar também os membros da Polícia Federal titulares do persecutório indiciário que embasa a denúncia “falsa” e os Ministros do Supremo Tribunal Federal que a receberam por Sessão Plenária de exaustivo exame das condições, pressupostos e juridicidade da denúncia.      Sem esse provimento constitucional inarredável, o relatório e voto de Bonifácio de Andrade o incrimina junto com Michel Temer no golpe terrorista de estado contra o Estado Democrático de Direito,  (...) Então, não há mais condição de protelação. O procedimento interventorial está concluído; faltando agora, a respectiva implantação efetiva que é encargo das Forças Armadas. Embora o cenário do evento interventorial continue sendo montado; ora na sua fase de planejamento estratégico e de segurança ..."


contabilização de exportações inexistentes, gerando “ativos líquidos” para captação do dinheiro do terrorismo, tráfico e criminalidade internacional pelas bolsas, e emissões de real frio para lastro metálico em contas correntes para os bancos girarem a roda do consumo/produção que mantém o emprego no consumo fiado e a arrecadação tributária na produção financiada; por onde as emissões frias passam pelo sistema e são esquentadas no Tesouro como impostos, encargos, taxas, custas, emolumentos, multas, juros e lucros; e se acumulam em dívida pública e dívida privada; donde resultou o País reduzido a uma massa falida de 1/3 do seu tamanho econômico de 2.003/06 quando começou produzir os resultados do “Plano Real;” cuja massa falida continua sendo inventariada entre a bandidagem no poder pelas modalidades de “ajuste fiscal,” “suspensão de investimentos públicos,” “contingenciamentos,” “saque do FGTS,” saques do PIS/Pasep, saque de todos os fundos e reservas técnicas do sistema financeiro, e, com tudo o que era habitual na marginalidade política esgotada, inventaram a modalidade de assalto à massa falida pelas “denúncias contra o Temer em duplicidade de fórum,” que, na primeira já rendeu um assalto ao País de mais de R$ 15 bilhões, e na segunda, em seu início, já supera R$ 3 bilhões; enquanto isso, o massacre da nação que já ultrapassa 5 milhões de eliminações continua na base de 94 pessoas sendo eliminadas por dia nos corredores de extermínio do SUS, na população com 88,9% de doentes por medo, estresse, depressão e desesperança; 16,1 milhões de pessoas nos corredores de extermínio pela tortura terrorista do desemprego; 53 mil pessoas eliminadas por ano e 135 mil outras aleijadas e feridas por ano nos corredores de extermínio do trânsito; 174 pessoas eliminadas por dia no arraial do banditismo de campo em prosperidade de 1.638% de 2.003 a 2.016; e a nação em desintegração por 117 milhões de encrencas na justiça entre a população economicamente ativa de 93 milhões de pessoas; formando um meio ambiente existencial de tragédia, doença, fome, vício no estado de guerra convulsional terrorista de massacre da nação, no qual o mundo está pasmo pelo modelo político brasileiro que fundiu o bem e o mal, o bom senso e a loucura, a hombridade e a covardia, o amor e o ódio, a sensatez e a brutalidade num composto em efervescência verborreica dos parlamentos às escolas, já com a geração de brasileiros de 30 anos para menos incapaz de raciocínios complexos e em total estado de coma intelectual, morale político, prenunciando uma hecatombe de civilização iminente.

2.bandidagem terrorista transnacional, alojados no “projeto Pátria Grande” e distribuídos pela URSAL, UNASUL, URC, ESAD, G-20, BRICS, FAO, OTSC, CEI, OCS, ECVCNB, no MST, CUT, MSTA, CEMIG, CONTAG,Via Campesina,MLST, MAB, MIR, ELN, EZ, APINB, ARPIN-Sul, COIAB, APOINME, CIR, ABA, IEB, CTI,CUIA,Sindicatos, Hamas, Taleban, Al Qaeda, Jihads, Hesbollah, Boko-Haran, Al Shebab, Estado Islâmico; ocupados em desarticular, desestabilizar e desorientar a Ordem Internacional; substituindo os Estados Constitucionais Econômicos  pelos  sistemas políticos gangsteristas, quadrilheiros, corporativosregidos pelo medo e a ausência de foros de socorro à nação; 3.bandidagem de campo alojados no “fome zero” e criminalidade quadrilheira, distribuídos peloPCC, CV, FDN, TCC, CRBC, CDL, SS, DCMS, TC, ADA, IDI, AJ, AD, B.dos 40; PCN; ER; 300 Esp.; PCM; ERam; B.dos 300; CC; GDA; PCM; BI; PGE; B. dos 40; ADM; COM; B.dos 300M; PCM2; PCE; CP; BM; KATIARA; CPr; CAVEIRA; CMO; PJ; PCMpr; PCMG; MP; PI; PCU; CJUC; GF, CDLcr, PGC2, PCRV, CL, SN, SC,PL, PGO, FRC, BC, OS TAURAS, V.7, O.S.A.l, U.P.P, C.P.C, A.L, P.C.Pr, P.C.L.ms,D.G, BPj, B.C.cuia,C.V.mt, A.L.ro, C.P.ro,B. dos 13; 3ºCP; Carecasdo ABC; Comando da Paz; CRBC, Máfia do Lixo, Esquadrão da Morte. Assistidos pela Depen, “Pastoral Carcerária,” outros serviços religiosos e ONGS; e ocupados em matar, assaltar, estuprar, sequestrar, roubar e, 4.bandidagem empresarial terrorista distribuídos em: Odebrecht, OAS, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, UTC Engenharia, Camargo Correia, Engevix,Brf Brasil Founds S.A, Seara Alimentos S.A, JJZ Alimentos S.A, Madero Ind. Com. S.A, TouyoSetel Engenharia, Mendes Júnior Trading E. S.A, Anglo, SwitBck, J&F, Vigor, Flora, Canal Rural, Banco Original, Cabana Los Lilas, Armour, Pite, AspenRidge, King Island, Moy Park La Herencia, PibgrinsPride, EPE, Havan, FRIBOI, JBS, BNDES, TV GLOBO, dentre outras. Como o corpo de delito do País registra e está espelhado pelas: “Operação Lava Jato,” “Operação Carne Fraca,” “Operação Catilinária,” “Operação Castelo de Areia,” “Operação Patmos,” Operação Boca Livre, “Operação Recomeço,” Operação Turbulência,” “Operação Acrônimos,” Operação Zelote,” “Operação Custo Brasil,” “Operação Lucas,” e as demais; ocupados em dissolver o sistema econômico de mercados estabelecido pela livre iniciativa sobre os trilhos da competição e concorrência, que promove o progresso para qualidade e vida, e implantar a escravidão universal à tirania oligárquica ideológica fundamentalista desprovida de espiritualidade, diversidade intelectual, valores éticos e soberania de consciência.


Eis que, se fosse um contraditório penal de foro privilegiado vencendo etapa perante a Câmara dos Deputados, o relatório de José Bonifácio tinha de ter vindo fundamentado em decisões nas responsabilizações institucionais e penais de Rodrigo Janot promovidas por Michel Temer, por denunciação caluniosa, fabricação e uso de documentos falsos, forjamento de provas, abuso de poder e atentado contra a ordem jurídica e o regime democrático; sobre o devido processo legal no qual ele, sob a ampla defesa tivesse resultado assim imputável. Aliás, as responsabilizações de Rodrigo Janot por Michel Temer tinham de arrolar também os membros da Polícia Federal titulares do persecutório indiciário que embasa a denúncia “falsa” e os Ministros do Supremo Tribunal Federal que a receberam por Sessão Plenária de exaustivo exame das condições, pressupostos e juridicidade da denúncia.

Sem esse provimento constitucional inarredável, o relatório e voto de Bonifácio de Andrade o incrimina junto com Michel Temer no golpe terrorista de estado contra o Estado Democrático de Direito, pelo qual submeteram o País à TIRANIA OLIGÁRQUICA COMUNISTA FUNDAMENTALISTA TRANSNACIONAL CORPORATIVA TERRORISTA DE BANDIDOS, que a Câmara dos Deputados com o Senado Federal e o Supremo Tribunal Federal instalaram com o “impeachment da Dilma” e consolidaram com a rejeição da “denúncia contra o Temer por duplicidade de foro sobre persecutórios indiciário prenhe de provas. Com cuja decisão da Câmara dos Deputados ela disse que o meliante denunciado Michel Temer deve sim ser processado e julgado como marginal ladrão do País, depois que tiver sido expedido do esbulho e usurpação de cargo nos quais a Câmara dos Deputados o investiu pelo “impeachment da Dilma,”mas, agora, ele está desempenhando à contento os crimes em formação de quadrilhas e corporação terrorista de roubo do País, massacre da Nação e destruição da Pátria, pelos quais o GOLPE TERRORISTA DE ESTADO  implanta  a TIRANIA OLIGÁRQUICA COMUNISTA FUNDAMENTALISTA TRANSNACIONAL CORPORATIVA TERRORISTA DE BANDIDOS, que o “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos,” produziu.

Cujo relatório e voto de Bonifácio de Andrada o enquadra ainda, com Michel Temer no crime de supressão do meliante denunciado, da justiça; como objeto dos crimes de esbulho da instituição da Presidência da República e usurpação do respectivo cargo em esfera de Processo Histórico no Foro de Soberania; tipificado pelos crimes de formação de quadrilha e de corporação terrorista, corrupção ativa e passiva, suborno, peculato, apologia ao crime e condescendência criminosa por aplicação do princípio universal de imputabilidade penal que diz: “Quem, de qualquer modo se associa a criminoso ou à quadrilha de bandidos se faz parte nos crimes por ela praticados;” em GOLPE TERRORISTA DE ESTADO que extingue eficácia ao Estado Democrático de Direito por aniquilamento da ordem jurídica e do regime democrático; tipificado pelo art. 1º inc. III com o art. 5º caput, com o art. 15 inc. V, e o art. 37 caput e § 4º com o art. 85 inc. V da Constituição. No qual Bonifácio de Andrada está em flagrante delitos que o expõe à prisão imediata por essa pauta penal e mais o crime de “obstrução da justiça.” No qual efetiva o GOLPE TERRORISTA DE ESTADO ao mesmo tempo em que se qualifica como ladrão do País desde o seu primeiro voto em favor de Michel Temer e contra a ordem jurídica e o regime democrático, no qual se agregou aos 263 deputados federal comprados por Michel Temer ao preço de mais de R$ 15 bilhões; como a prova púbica e notória preservada pelo instituto penal do domínio do fato vibra contra o meliante denunciado, e mostra que a Câmara dos Deputados, Senado Federal e Supremo Tribunal Federal estão fundidos numa corporação terrorista no GOLPE TERRORISTA DE ESTADO, registrado nos próprios Anais da Câmara e na Imprensa:
“O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ arguiu a suspeição do relator Bonifácio acusando-o de quadrilheiro com Michel Temer na primeira denúncia: “A manifestação do deputado Bonifácio em relação à denúncia número um, quando ele declarou seu voto contra o prosseguimento, disse: ‘pelas instituições e pelo progresso do Brasil’. Ora, no nosso modo de entender, essas denúncias mostram como as instituições estão apodrecidas pela corrupção, estão colapsando em razão de procedimentos que precisam sim ser fortemente investigados e apurados. E o progresso do Brasil é exatamente superar essa quadra de tanto derretimento da vida institucional.” “Governo distribuirá R$ 12,8 bi do Orçamento nesta semana. O desbloqueio foi assegurado na sexta-feira, 29,com a publicação do decreto de programação orçamentária e financeira... Temer reúne Moreira, Padilha e Imbassahy no Jaburu.Presidente vem se reunindo com ministros, advogados e conselheiros para discutir sua defesa e estratégia para barrar denúncia na Câmara. “O presidente Michel Temer está reunido neste domingo com os ministros peemedebistas Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência)e Eliseu Padilha (Casa Civil), e o tucano Antônio Imbassahy (secretário de Governo), o último a chegar ao Palácio do Jaburu, em Brasília. Os três peemedebistas foram denunciados criminalmente pela Procuradoria-Geral da República. Desde a última sexta-feira, Temer vem se reunindo com ministros, advogados e conselheiros políticos e de comunicação para discutir sua defesa e a estratégia para barrar a denúncia na Câmara dos Deputados. A tramitação da denúncia preocupa o presidente e os ministros. Partidos da base do governo, principalmente do Centrão, pressionam a Presidência por nomeações em cargos comissionados e o pagamento de emendas parlamentares, parte delas negociada ainda durante a tramitação da primeira denúncia contra Temer, por corrupção passiva, que os deputados não admitiram. Na semana passada, o Palácio do Planalto recebeu a notificação oficial e deu prazo de dez sessões para que o presidente e os ministros apresentem sua versão sobre os crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça. Outra preocupação é com o comportamento do PSDB, principal partido aliado de sustentação do governo. Causou insatisfação na bancada tucana a indicação do deputado mineiro Bonifácio Andrada para relatar a segunda denúncia. Ele é do grupo ligado ao senador afastado e presidente licenciado do PSDB, Aécio Neves (MG), visto como aliado pelo Planalto. Andrada votou a favor de Temer na primeira. O líder tucano na Câmara Ricardo Tripoli (SP) pediu ao presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), para não indicar ninguém de seu partido para a tarefa, o que não foi respeitado. Os deputados tucanos racharam na primeira votação em plenário: placar de 22 a 21, favorável ao peemedebista por apenas um voto. O resultado reforçou pedidos do Centrão para que Temer demita ministros do PSDB, entre eles Imbassahy, o que não deve ocorrer porque ele é cortejado para migrar para o PMDB. Com informações do Estadão Conteúdo.Em Brasília, na Câmara dos Deputados, os partidos começaram o troca-troca de titulares da Comissão de Constituição e Justiça, responsável pela primeira votação sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer. Por falta de quórum, a denúncia está parada. Pressa é uma das palavras mais ouvidas dos governistas.“ Mais rápido, mais acelerado, nós precisamos tirar esse guarda-roupa que atrapalha o país”, disse Darcísio Perondi (PMDB-RS). Mas, na prática, falta disposição da base governista para acelerar o processo. Pela segunda vez, a leitura da denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil, e Moreira Franco, da Secretaria-Geral da Presidência, foi adiada.14h30. Depois de uma espera de 30 minutos, a sessão foi cancelada por falta de quórum. Estavam presentes na Câmara apenas 23 deputados, quando o quórum mínimo é de 51 dos 513 deputados. Ainda assim, quatro eram da oposição. A grande ausência foi a de deputados do “centrão”. O líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro, do Partido Progressista, não compareceu. Deputados do “centrão” ameaçam pressionar para dividir a denúncia em duas: separar o caso Temer do caso dos ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco. É a forma de mostrar que estão insatisfeitos por não terem todas as demandas atendidas, principalmente cargos. A oposição criticou o jogo.“Criar um pouquinho de dificuldade para agilizar as facilidades sempre demandadas. A base do governo é rigorosamente movida a fisiologismo. E aquela emenda que não foi empenhada? E o carguinho tal que ainda não foi assegurado?”, disse Chico Alencar (PSOL-RJ).Estudo da secretaria-geral da mesa diretora defende que a denúncia é uma só, que deve passar por uma única votação, da forma como chegou à Câmara e como quer o Planalto.“Se houvesse intenção do então procurador Rodrigo Janot de fazer fatiado, ele teria mandado fatiado. Se houvesse a intenção do STF de separar e mandar fatiado, teria mandado fatiado”, afirmou Pauderney Avelino (DEM-AM).O presidente da Comissão de Constituição e Justiça disse num vídeo divulgado na internet que deve decidir na terça-feira (26) o que fazer.“Se é o caso de se manter num único procedimento, com um único relator, e vamos fazer esse estudo com um diálogo franco com o presidente Rodrigo Maia, com a secretaria-geral da mesa”, disse Rodrigo Pacheco (PMDB-MG).Deputados da oposição defendem separar as denúncias. A Rede avalia ir ao Supremo pedir a separação dos casos. Nesta segunda-feira (25), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que é contra o fatiamento da denúncia, conversou com a presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia. No encontro Maia ouviu da presidente do Supremo que o ideal é a análise unificada da denúncia, sem a separação de Temer dos ministros. O ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no tribunal, participou de uma parte da conversa. Na saída, Maia defendeu a tramitação única. “Entendemos pelo precedente que existe no Supremo, de e pela forma como o Supremo encaminhou a denúncia, uma denúncia única, que não cabe fatiamento da denúncia ou por crime ou por autoridade. O que cabe é uma votação única autorizando ou não que o Supremo siga com a denúncia”, disse Maia. Assim como fez na primeira denúncia, o Palácio do Planalto já negocia novas trocas de deputados na Comissão de Constituição e Justiça.Jorginho Mello, do PR, e Expedito Netto, do PSD, que votaram contra Temer, estão na mira e podem ser substituídos. O suplente Carlos Melles, do Democratas, pode ser chamado mais uma vez a votar no lugar de um dos titulares do partido que ficaram contra Temer.Temer aposta também em conseguir mais votos do PSDB, que já adota um discurso menos crítico em relação ao governo.Temer anuncia liberação de recursos do PIS/Pasep... Além disso anunciou redução da taxa de juros de empréstimos consignados para servidores e aposentados. "Hoje quero fazer dois breves comunicados, celebrando medidas que trarão mais uma vez benefícios para milhões de brasileiros e brasileiras", disse o presidente. Temer afirmou que a liberação de recursos do PIS/Pasep tem o mesmo princípio da liberação de dinheiro das contas inativas do FGTS, que é permitir ao cidadão "acesso a um dinheiro que lhe pertence". Segundo ele, com mais dinheiro as pessoas poderão investir em reformas, compras, ou "como bem entender". "É um reforço no seu orçamento", declarou. Temer anunciou ainda a redução do teto dos juros para o crédito consignado e disse que segue "o firme compromisso de uma agenda de reformas". "Esperamos que os recursos que liberamos possam ajudar a tornar realidade projetos de beneficiados.”CORPORAÇÃO TERRORISTA QUADRILHEIRA:“Cármen Lúcia e Eunício buscam solução para afastamento de Aécio. A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, vai receber hoje o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) para, mais uma vez, buscar uma solução para o impasse envolvendo o afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG). Desde a semana passada, os dois têm mantido conversas no sentido de tentar evitar uma crise entre o Senado e o STF. Na última terça-feira, depois de a 1.ª Turma do Tribunal impor ao senador afastamento do mandato e o recolhimento noturno, o Senado reagiu. Ministros da própria Corte fizeram críticas abertas à decisão da 1.ª Turma e os senadores indicaram que iriam deixar para o plenário da Casa a palavra final sobre o destino de Aécio. Na iminência de ver o Senado derrubar a decisão do STF e abrir uma crise entre os dois Poderes, Cármen e Eunício decidiram apostar no “diálogo” para evitar o impasse. Na ocasião, após a conversa, Cármen disse a jornalistas:“Nós estamos numa boa, gente. ” Em dezembro de 2016, Cármen Lúcia também foi a fiadora de uma solução pacífica para um confronto entre Senado e Supremo. Na ocasião, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), não cumpriu liminar do ministro Marco Aurélio Mello que o afastava da presidência da Casa. Por maioria, o plenário do STF decidiu não referendar a decisão do ministro. A presidente do STF também recebe na manhã de hoje o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Na semana passada, os dois discutiram a situação da denúncia contra o presidente Michel Temer, que será analisada na Câmara. Eles chegaram a um consenso sobre o não fatiamento da acusação contra Temer e dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência). No encontro Maia ouviu da presidente do Supremo que o ideal é a análise unificada da denúncia, sem a separação de Temer dos ministros.O ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no tribunal, participou de uma parte da conversa... Assim como fez na primeira denúncia, o Palácio do Planalto já negocia novas trocas de deputados na Comissão de Constituição e Justiça.Jorginho Mello, do PR, e Expedito Netto, do PSD, que votaram contra Temer, estão na mira e podem ser substituídos. O suplente Carlos Melles, do Democratas, pode ser chamado mais uma vez a votar no lugar de um dos titulares do partido que ficaram contra Temer.Temer aposta também em conseguir mais votos do PSDB, que já adota um discurso menos crítico em relação ao governo.
     Assim, se os deputados se fundirem ao relator Bonifácio de Andrada, a Câmara dos Deputados, já autoqualificada pela marginalidade, banditismo e terrorismo retratado no corpo de delito do País e demonstrado pelas diversas operações da Polícia Federal, extinguira quórum legal para funcionamento no Poder Legislativo; obrigando a execução imediata da INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO. Para a qual as Forças Armadas já estão constitucionalmente CONVOCADAS.
    Pois, além do golpe terrorista de estado estar consolidado por atentado terrorista contra a Constituição, a agressão da corporação terrorista parlamentar à nação excede a tolerância que o bom senso, a hombridade, a honradez e o caráter impõem. Porquanto, diz a corporação que o meliante denunciado realmente é bandido que tem de ser processado e julgado depois que deixar a “presidência da República,” mas, para exercê-la como meliante esbulhador e usurpador, é a pessoa ideal para governar a nação, comandar as Forças Armadas e ser o Magistrado de Estado. Embora o art. 1º inc. III da Constituição institua a civilização brasileira sobre o dogma da dignidade da pessoa humana que, assim, é a cara de cada brasileiro(a) e que Michel Temer não a possui.    A INTERVENÇÃO DO POVO NO PROCESSO HISTÓRICO PELAS FORÇAS ARMADAS, COMO A COSNTITUIÇÃO INSTITUI, está, pois, farta de legalidade, legitimidade e instabilidade do Regime para ser efetivada. Pois, presentes estão no corpo de delito do País, a RAZÃO DE ESTADO, CRISE INSTITUCIONAL DE ESTADO, ASSALTO AO PAÍS PELO FORO DE SÃO PAULO, FALÊNCIA DO PAÍS E CÁOS SOCIAL em grau de tirania insana.

     Então, não há mais condição de protelação. O procedimento interventorial está concluído; faltando agora, a respectiva implantação efetiva que é encargo das Forças Armadas. Embora o cenário do evento interventorial continue sendo montado; ora na sua fase de planejamento estratégico e de segurança.

Quartel General do Exército – SMU, Brasília/DF, 11 de outubro de 2.017
COMANDO DA INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO
João Batista de Oliveira Figueiredo (in memoriam) - Ulysses da Silveira Guimarães (in memoriam) - Celio Evangelista Ferreira do Nascimento – Antônio Hamilton Martins Mourão – Joseane Evangelista Ferreira – Jucemara Evangelista Ferreira – Roberto Herlemann - Mércia Maria Radicchi – Alexandre Martins da Costa – Claudia Lucia Mossen Jeber - Joel Moreira – Cibele Silveira A. Nunes – Jeremias Martins Trindade – Cecilia Maria Moro - Forças Armadas – Polícia Federal – Procuradoria Geral da República – Justiça Federal – Polícias Militares – Polícias Civis – Agentes Penitenciários - Ordem dos Advogados do Brasil – Justiça Federa

 

 

Última modificação emQuinta, 12 Outubro 2017 16:06
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