Espaço Cultural

O MAGISTRADO SUPREMO PRECISA SER, TAMBÉM O MAIS CULTO


 

CÉLIO EVANGELISTA RETRATA A SUA ALMA.

Dentro de você há uma fonte de luz e saber. Só tua. Aproveite.
Não entre em parafuso.
Cesse a mente.
Fique ausente do barulho do mundo.
Deixe que o silêncio palpite.
Que a vida grite.
Mas, sem eco, sem som
Que aflorará o dom
Da sabedoria
Te engravidando de alegria.

Mas não se agite
Se a luz te vier.
Imagine-se uma mulher
Próxima a parir
E comece a rir
Por você não ser
Mas estar parindo
Ou, o que é mais original
Sem nada igual
Do que o teu ideal
Só teu?
Porque você o concebeu.
Nascido da tua vocação
Ou do coração.
Não importa.
Será sempre a porta
Que você buscava
Para nascer
Para viver
Para crescer
Para morrer
E no final do Ser
Voltar a ver
Tudo o que você já foi
Parecendo um boi
Pelo mesmo capim
No refazer-se sem fim
Da Criação
Na qual só sobra o coração
Pelo que ele produziu
E não pelo que você viu
Porque isto é ilusão
Pela qual se morre e se renasce
Sem nunca conseguir o passe
Para a Eternidade.
Porém, se você for bondade
Deixará amizade
E muita saudade.
Como, se for maldade
Cairá no esquecimento
Sem produzir lamento
E isto te fará eterno
No céu ou no inferno
Que você construiu
Enquanto existiu.

 

NÃO EXISTE CASTIGO, APENAS LIÇÕES NEGLIGENCIADAS.
1ª)A natureza cria bilhões de pessoas para desfrutarem do Mundo, Deus, entretanto, manda apenas algumas para construí-lo.
2ª) O fogo que derrete a vela é o mesmo que tempera o aço.”
3ª) O herói não é o que tomba pelo ideal que defende, mas, é aquele que leva o inimigo a tombar pelo ideal dele.
4º) Todos, indistintamente, nascemos pelados, carecas, sem dentes e sem fala. Então, cada um de nós é o que quer ser. Sem a ninguém caber o mérito ou a culpa pelo que somos.
5º) Os filhos trazem dos pais, a determinante genética que lhes estiliza o espírito. Daí para a frente, o mais tudo é obra sua e não dos seus pais. Se fosse, estes não morreriam.
6º) Você não será rico(a) esperando que Deus te abra caminho, porque ele está em você esperando que você abra caminho para ele.
7º) Não se preocupe se, no início do teu projeto, fores pesado a alguém; se preocupe com o espaço que o teu projeto oferecerá aos teus semelhantes.
8º) Se alguém acredita em você passe a viver não pelo que você está fazendo mas, pelas pessoas que se ajuntam a você.
9º) Nós desaparecemos naquilo que fazemos, então, estejamos sempre ocupados com coisas que nos tornarão imortais.
10) Sempre que você conseguir condições de se acomodar em teu mundinho particular, amaldiçoe isso e se lance à conquista do mundo. Pois, Deus é ilimitado e você tem de ser a sua imagem e semelhança; ou serás a imagem e semelhança do diabo.
11) A vida não se rege por manuais. Por isso, a massificação apodrece a civilização. Quando vier alguém te impondo sapiências, indique a ele tudo o que está esperando para ser empreendido no mundo.
12) Quando a nação é governada por ladrões, bandidos, assassinos o modelo político tem de ser extinto antes que vire tragédia insolucionável.

 

A IDENTIDADE PERDIDA.

1) Toda a expansão de intelecto que transcende do conhecimento consagrado vem do Céu.

2) A expansão de intelecto que vem da Inteligência da Criação não é mediúnica ditada por espíritos. E se identifica por sua autoridade sobre o conhecimento humano armazenado, ao qual acresce o conhecimento universal que faz a todas as cátedras.

3) Um deus não se aborrece não se exaspera, não se verga, não se implora, não se ajoelha, não se desculpa, não se justifica, não se explica.

4) Um deus não precisa de companhia. Mas, a ele se congregam os Construtores do Mundo que estavam à espera de gerente no respectivo canteiro de obras.

5) Um deus se anuncia nas planícies da paz com o mesmo equilíbrio, serenidade e invencibilidade que é visto no centro dos furacões da existência humana.

6) Um deus não emana de si nenhum tipo de desventura, ou de contrariedade, mas, vira a direção do ódio para a fonte que o irradia.

7) Um deus não anda em busca de luta, mas, não retrocede em seu caminho, se precisar desobstruí-lo.

8) Um deus se alimenta da felicidade que semeia, mas, não tem compaixão, se tiver de produzir lágrimas para sustentar a Justiça.

9) Um deus é fonte suprema de vida, mas, sem esquecer que, para jorrar a Vida, a CRIAÇÃO é regida pela Morte.

10) Um deus não fere, mas, nunca evita que a pessoa se fira com o seu próprio ódio.

11) Um deus não repreende, mas, nunca evita que a pessoa se repreenda pela sua própria insensatez.

12) Um deus não revida agressão, mas ela ricocheteia sobre si a crueldade do agressor, que volta sobre o mesmo.

13) Um deus não trabalha com misericórdia, porque em todas as vezes que essa seja recomendada em favor de alguém, a Justiça tem de ser operada em favor da disciplina de consciência evolutiva que rege a gestação espiritual do Homem.

14) Um deus não se anuncia, se manifesta; não se apresenta, se faz notícia; não se opera, se faz emanação dos suprimentos existenciais que a Humanidade carece no seu momento.

15) Um deus não precisa de aplausos, porque tudo o que ele disser, realizar e indicar será próprio da sua diferença com os demais.

16) Um deus não se comove, não se penaliza, não se compadece, porque dele têm de fluir espontaneamente os socorros que o seu meio ambiente humano lhe apresente, dentro da relação: poder/justiça.

17) Um deus não tem mercado consumidor e nem porta nada sujeito a preço, mas, como emanação de virtudes supridoras das necessidades existenciais de quem o procura, está sujeito ao padrão econômico do Mundo do Homem, no qual se inclui entre as riquezas naturais exploráveis. Daí, já se ter estabelecido o “dízimo” e os “tributos.”

18) Um deus se compõe de dois estados físicos que lhe permitem estar em todos os lugares do existencialismo humano, no mesmo tempo; O estado de espécie da dualidade biológica: Emoção/Instinto, e o estado de gênero, da tridualidade divina: Matéria-Mente-Espírito.

19) Um deus não se oferece como mercadoria, mas se expõe aos desafios compostos ao redor de si pelas necessidades humanas latentes, à disposição de quem se levante para testá-lo.

20) Um deus não aceita desculpas, porque ele é acima da celeuma existencial humana, sobre a qual se estende em AMOR, pelo qual se opera em suprimentos das carências morais das pessoas, e, em JUSTIÇA, pela qual se opera em restauração do tecido racional da espécie inteligente.

21) Um deus não precisa do favor da fé, porque ele é a realidade divina da CRIAÇÃO, mas, só estabelece corrente magnética de emanação de virtudes, pelo canal da unicidade de convicção regido pela Justiça.

22) Um deus não oferece favores, porque ele está sempre em todos os conflitos existenciais do seu meio ambiente, como força de equilíbrio para a operacionalidade conseqüente da Justiça.

23) Um deus não vem à Terra para perdoar, aceitar, resignar-se, esquecer, ter paciência, ser condescendente, ser omisso, porque esses são os anjos da imaginação humana apostatada da divindade que dota o Homem, e que o escravizam à morte social da respectiva espiritualidade, tresando-lhe o desenvolvimento existencial, que resulta no aborto dos espíritos em gestação para a Eternidade. Logo, esses anjos não têm espaço no desempenho missionário iluminado de um deus, que vem para oferecer novo grau de progresso ao Homem.

24) Um deus ama. E somente ama. E amor não é condescendência, nem renúncia, nem sofrimento, porque sempre que tais situações aparecem nas relações existenciais das pessoas, existe uma conduta necessitando de ser corrigida pela Justiça.

25) Deus é Equilíbrio, Amor e Justiça. (Prumo-Compaço-Esquadro) Logo, um deus baixado à terra tem a mesma identidade. Equilibrada é a sua conduta; isento é o seu ideal e irreversível é o seu desempenho.

26) Um deus não se arrepende, porque a sua conduta é sempre um ensinamento que disciplina no seu momento e expande a inteligência humana no percurso do tempo.

27) Um deus é marcado pela inocência que lhe decorre da sua capacidade de lidar com a perversidade do Mundo.

28) Um deus não se propaga por milagres, porque a iluminação assistencial de Deus ao Homem não convence por espetáculo de palco, mas, pelo conhecimento extrapolado das cátedras do Mundo, que manifesta a sua origem transcendental. Claro que ele fala, também, pela língua dos sinais, porém, sem fazer desta, sustentação de desempenho.

29) Um deus não busca fama, porque esta resplandece da sua própria evidência; não se faz conhecido pela propaganda, porque esta se gera do seu desempenho destacado, e não se sobressai por honrarias, porque estas já vêm impressas nas suas dotações incomuns; contudo, por humildade, aceita os reconhecimentos que se lhe apresentam.

30) Um deus não se opera na fraqueza, no medo, na indecisão, no conformismo, na resignação, na paciência, na inércia, porque as falanges que o constituem são: poder, inteligência, expansão, força, espaço, luz, dinâmica, hombridade, progresso, desenvolvimento, construção, mudança, novidade, que tecem o seu complexo de energias supridoras das carências existenciais do Homem.

31) Um deus não atende suplicante rastejando, submetido, escravizado, apavorado, horrorizado, desesperado, prostrado, aniquilado, confuso, nem é despenseiro de migalhas, de esmolas e de sobras, porque ele é equipado do conteúdo estrutural da CRIAÇÃO, que manifesta a SUPREMACIA DO HOMEM no respectivo contexto conceptivo, pelo suprimento que o Universo mantém à sua gestação espiritual. Logo, um deus não aceita que se lhe peça pouco, nem que se lhe apresente interesses ou ideais de pouco valor, e nem que se lhe peça apoio à realizações pequenas.

32) Um deus não pratica vingança, porque antes desta, ele resolve o impasse pela Justiça.

33) Um deus se alimenta da alegria das pessoas e das belezas da vida. Logo, ele não se faz presente com pessoas agonizantes, irascíveis, agressivas, taciturnas, mal humoradas, desajustadas, decepcionadas, nervosas, desoladas, e nem poupa a ninguém, o enfado de andar sozinho, de remover os tropeços do caminho e da responsabilidade por si mesmo, que a existência impõe a cada um.

34) A função de um deus é de informação, de monitoramento e de ajustes do conflito de ideais, de restauração do tecido dos interesses, de desobstrução da inteligência e de emanação reativadora da divindade de Deus que está distribuída na CRIAÇÃO.

35) Um deus não se reprime, não se mutila, não se abstém, mas, supre a sua essência biológica com todos os prazeres aceitáveis pelo seu espírito, porque faz parte da sua identidade, a manifestação de conhecimento e de autoridade sobre o conteúdo e as essências da Vida.

36) Um deus não tem manual de instrução e o seu grau de escolaridade apenas o insere na esfera de desenvolvimento existencial do seu tempo, como a sua cultura apenas lhe propicia a adequação da linguagem ao nível da compreensão média que encontra.

37) Um deus é assumido sem ser exposto; é inflexível sem ser teimoso; é inexpugnável sem ser arrogante; é impenetrável sem ser encouraçado; é fluente sem ser excessivo; é disseminado sem ser incoerente; é destacado sem ser exemplo.

38) Um deus não se opera por grau de escolaridade, porque a sua missão extrapola da escala distributiva da inteligência como campo econômico organizado pelo Homem, e a manifestação de Deus ao Homem, que ele faz não tem grade pedagógica no conhecimento humano do seu tempo

39) Um deus não é colérico, mas tem em seu suporte biológico, a tempestade, o furacão, o terremoto, o vulcão, o trovão, o raio e todos os humores da Natureza, na mesma proporção que ela os distribui em todas as pessoas. Logo, a “fúria” de um deus só se remedeia pelo seu próprio desempenho na recriação da existência destruída em grau novo de desenvolvimento.

 

 

Última modificação emSábado, 23 Setembro 2017 15:40
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