APRESENTAÇÃO: CÉLIO EVANGELISTA

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Célio Evangelista, aportado aqui pela confluência dos tempos entre a Civilização Conciliatória em superação e a Civilização Nova Matriarcal que está emergindo com a Nova Era, há 50 anos empreende a disseminação das inspirações intelecto-espirituais do progresso no processo de desenvolvimento evolutivo da humanidade, objetivando o seu congraçamento moral universal como essência fundamental para a harmonia necessária à realização da finalidade da espécie, de procriar e sobreviver pelo meio ambiente existencial que ela construiu sobre si.

     Embora tenha vindo com domínio cabal sobre o acervo de conhecimento armazenado pela humanidade, cumpriu currículo escolar até o doutorado nas áreas pedagógicas regentes da inteligência educada, expandida ao máximo pela Ciência. Cujos laboratórios ainda conservam a pretensão de habilitarem a sua produção de inteligência para o trato de todos os tipos de questões conhecidas, empreendidas e aspiradas pela humanidade, quer no campo da dinâmica concreta do existencialismo empresarial, quer na órbita da movimentação ideológica do existencialismo imaginativo. Por entender que é pela autoridade máxima de cátedras, conhecimento pleno de causa e domínio cabal da vida inteligente no contraditório supremo da processualística política do mundo, permanentemente travado no olimpo das pretensões de poder, que o meio termo dos conflitos encontra a confiabilidade relativa que propicia a movimentação ponderada e educativa das armas.

     Nesse empreendimento, iniciou a formação do seu currículo no campo da extinção da “Cortina de Ferro,” do estancamento da “Guerra Fria” e da desmontagem da “União Soviética,” com a imediata instalação das bases formulatórias da “Globalização Cooperativa dos Povos,” no “Projeto de Integração da Humanidade como Aldeia Planetária.” Que traz a inspiração da transcendência intelectual à humanidade terráquea, para o seu trabalho de parto ao congraçamento cósmico entre os Planetas Vivos da Via Láctea, nesta sua reta final da tridimensionalidade para a multidimensionalidade. Pois, embora instale um percurso de perquirições científicas e superações pedagógicas de milhares de anos, é assim que Deus assiste o Homem em sua gestação espiritual ao povoamento da Eternidade.

     E, durante os 20 anos de democracia disciplinar organizada com base na Lei, no Direito e na Justiça consubstanciada nas armas, sob monitoramento do saudoso estadista Golbery do Couto e Silva, supriu a assessoria reservada de inteligência do Gabinete da Presidência da República, com o mesmo denodo e mesmo desassombro que realizava na órbita profissional que o integra, no seu desempenho na estrutura predominante da vida forense planetária. Em cuja assessoria, por significativas missões recebidas, chegou à Assembleia Nacional Constituinte, na qual, a pedido da área militar e convite dos saudosos Ulysses Guimarães e Afonso Arinos, ajudou escrever a Constituição da República, na qual foi um dos engenheiros que construíram nela o Estado Democrático de Direito que a instrumentaliza para a construção da democracia pluralista, rotativa, ética, fundada na soberania de consciência, pensamento e iniciativa pelos trilhos da competição e concorrência, que constituem a essência cromossomática da espécie racional, e a Constituição institui por dogmas da vocação de liberdade do povo brasileiro.

     Sendo, praticamente, de sua responsabilidade a preservação do poder constituinte na Constituição, equipando a mesma com o Foro de Soberania formado pela Instituição da Presidência da República na Magistratura de Estado, pela fusão do voto com a bala na investidura mandatária respectiva. Constituindo o gatilho da arapuca constitucional sobre as vocações ideológicas totalitárias e golpistas, avessas à continuidade histórica da Pátria emoldurada pelos Símbolos, Valores, História e Tradição, encarnados pelas Forças Armadas regulares e permanentes, organizadas com base na disciplina e hierarquia. Cujo gatilho consiste na extinção de eficácia do Estado Democrático de Direito, ocasionada pelo rompimento da fusão do voto com a bala no mandato de Presidente da República, que torna vagas as patentes mandatárias de comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas, e dá emersão ao Povo em Foro de Soberania nas Forças Armadas, suprindo a Constituição ao restabelecimento do Estado Democrático de Direito.

     Com esse currículo, Celio Evangelista se considera responsável pela condução da vocação de liberdade do povo brasileiro, dentro da tendência de liberdade da humanidade desenvolvida, pela condução da qual, também se tornou responsável. E, legitimado como vítima do terrorismo de bandidos que, pelo crime organizado no governo, pela respectiva corporação quadrilheira, empreenderam a sua eliminação por engendrações forenses, depois de ter levantado as entranhas do terrorismo no poder e feito o diagnóstico de inteligência científica que exteriorizam as respectivas tipificações penais, assinou às Forças Armadas o compromisso de ser morto e não preso, se conduzir a nação a erro, e empreendeu o patrocínio forense da reação de cidadania da nação, objetivando INTERVENÇÃO CONSTITUINTE no Processo Histórico pelo Foro de Soberania nas Forças Armadas, como a Constituição institui. Recebendo do Exército o endereço operacional, o brasão das Forças armadas e a Reserva, que Celio Evangelista considera condecoração sagrada que lhe impõe desempenho sem recuo.

     Estabelecida assim, a reciprocidade de confiança que a complexa tarefa impõe, Celio Evangelista concluiu o procedimento forense estabelecido pela Constituição, para a INTERVENÇÃO. Promovido sob duas eventualidades, das quais, ela instalou desde o dia 31.12.2.014, o “plano b,” que insere o povo brasileiro como poder constituinte consubstanciado nas armas, nos interesses de segurança planetária, pela SOBERANIA SOLIDÁRIA instituída na Constituição e já com antecedentes na ONU, em favor do Afeganistão e o Iraque.

     Entretanto, revoluções e golpes o povo brasileiro acumula como uma pratica da percepção de que a sua civilização precisa encerrar um período de equívocos, contradições e subdesenvolvimento e instalar um Tempo Novo, identificado por um IDEAL perfeitamente exposto que cultive a UNIDADE DA NAÇÃO pelo TRABALHO em canteiro de obras de edificação da Pátria. Para que a população entenda o que é a ideologia comunista terrorista de bandidos que está saqueando o País, massacrando a Nação e destruindo a Pátria pelo culto à fome, doença, vícios e ignorância, e o que é o progresso que o povo brasileiro demanda para resolver as suas dificuldades. Por isto, promovemos a INTERVENÇÃO por duas frentes operacionais: 1) a montagem do sistema de detonação das entranhas putrefatas do Regime, para nutrir o processo de desagregação da tirania terrorista de bandidos feita por eles próprios, e gerar a consciência nacional de repulsa aos respectivos terroristas e seus discursos; 2) a elaboração do modelo de progresso que deve constituir o objetivo da INTERVENÇÃO, contra o modelo ideológico terrorista que está submetendo a nação à escravidão comunista misturada com fundamentalismo e banditismo, deixando claro à nação que a INTERVENÇÃO é um bom negócio, acima de resgatar a Pátria das garras do ideologismo terrorista.

     Então, recuperamos o PROJETO AMAZÔNIA-Soberania, Poder e Riqueza pelo caminho da roça, que havia sido embrionado pelas Forças Armadas quando governavam o País, com o redimensionamento que as atuais conjunturas do mundo propiciam. E o estabelecemos como o CONTEÚDO MATERIAL DE INTERESSES da INTERVENÇÃO, identificado pela ECONOMIA TRABALHISTA EDUCATIVA promovida pelo COOPERATIVISMO DE ESTADO reunindo iniciativa privada e governo, campo e cidade na unificação da nação pelo trabalho em canteiro de obras de edificação da Pátria, transformando a tríade econômica natural: Homem-Terra-Natureza em PROGRESSO para QUALIDADE DE VIDA. Com indiscutível viabilidade empresarial, porque se trata de um patrimônio ainda a ser empreendido de US$ 243 trilhões, na 4ª maior área geográfica com a 5ª força de trabalho do mundo. Estando demonstrado que, após 10 anos da perfeita implantação do Projeto Amazônia, ser pobre no Brasil, será crime contra a humanidade, porque o profissionalismo político, a corrupção, o furto da coisa pública, o banditismo e a vadiagem serão extintos da civilização brasileira, pela expansão empresarial e o arrojo do progresso, assentado na INTEGRIDADE E COMPETÊNCIA GOVERNAMENTAL DA REPÚBLICA. Pois, a Natureza, a diversidade biológica, o bom senso e a História ensinam que a vadiagem e o banditismo estão para a espécie humana, como a laranja podre e a respectiva contaminação está para o estoque. Da vadiagem nasce o profissionalismo político e o ideologismo, que produz o banditismo, o qual gera a corrupção que se alastra em apodrecimento moral das instituições e acaba em hecatombe de civilização. Daí, o PROJETO AMAZÔNIA não cultiva a fome, mas extirpa a vadiagem; não abriga o ideologismo nos cofres públicos, mas expande o trabalho; não constrói penitenciárias, mas elimina o banditismo no ataque dele contra a Lei e a Ordem.

     E assim a INTERVENÇÃO foi inserida pelo próprio ideologismo terrorista, e a importância dela para o mundo como questão de segurança da humanidade, que começou ficar clara com o ataque que a Constituição sofreu no coração da democracia, em Paris/França. Ficando a sua efetivação garantida pela integridade vocacional das Forças Armadas, em sede de SOBERANIA SOLIDÁRIA para eventual necessidade de ação integrada com o mundo vítima do terrorismo.

 

Última modificação emSegunda, 18 Setembro 2017 18:58
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2 comentários

  • Lúcia Helena
    Lúcia Helena Segunda, 18 Setembro 2017 20:01 Link do comentário

    Confio na intervenção .... Só assim ficaremos livres e veremos políticos punidos

  • Fernando Antonio Barbosa Lima
    Fernando Antonio Barbosa Lima Segunda, 18 Setembro 2017 01:21 Link do comentário

    Acompanho este senhor a 4 anos e só posso desejar a ele as benção de Deus pois oque ele esta fazendo pelo nosso pais não ha dinheiro que pague.

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