DECLARAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS À NAÇÃO
Fonte: www.sidrolandianews.com.br

DECLARAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS À NAÇÃO

A História, a escola e a vida ensinam identificar-se o soldado não pelas suas divisas, não pelos seus galões e nem mesmo pelas suas armas, mas, pela pergunta: “Diga-me quem é teu comandante e direi que soldado você é.” E a sabedoria popular adverte que: “Os iguais se atraem, se completam e se realizam.” Por isso, é insuperável o princípio universal de Direito Penal: “Quem, de qualquer modo, se ajunta ao criminoso na prática do crime ou para ele concorre, se faz parte nas respectivas consequências.”


DECLARAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS À NAÇÃO.

COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DO POVO NO EXERCICIO DIRETO DO PODER.
PERANTE O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL EM SUA ESFERA DE CORTE CONSTITUINTE – Presidência. PERANTE O SENADO FEDERAL – Presidência.
PERANTE A CÂMARA DOS DEPUTADOS - Presidência.
PERANTE A INSTITUIÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.


A História, a escola e a vida ensinam identificar-se o soldado não pelas suas divisas, não pelos seus galões e nem mesmo pelas suas armas, mas, pela pergunta: “Diga-me quem é teu comandante e direi que soldado você é.” E a sabedoria popular adverte que: “Os iguais se atraem, se completam e se realizam”. Por isso, é insuperável o princípio universal de Direito Penal: “Quem, de qualquer modo, se ajunta ao criminoso na prática do crime ou para ele concorre, se faz parte nas respectivas consequências”.


Então, diante de soldados comandados por Michel Miguel Elias Temer Lúlia, bandido terrorista, ladrão do País, massacrador da Nação e destruidor da Pátria, em flagrante delito de esbulho da Instituição da Presidência da República e de usurpação do respectivo cargo, que transformou a Presidência da República no antro supremo da marginalidade, respondendo a 12 denúncias por crime de responsabilidade perante a Câmara dos Deputados 2 processos no STF e 3 indiciamentos aguardando denúncia na Procuradoria-Geral da República, a nação estaria desprovida de soldados capazes de defende-la pela investidura que a Doutrina Cristã produtora da civilização brasileira lhes confere: “O Soldado não usa espada para enfeite, mas, porque é MINISTRO DE DEUS para fazê-lo presente em JUSTIÇA entre os homens”. Cujo grau de insuspeitabilidade repugna Michel Temer em seu meio.


E esta situação se agrava sobre as tropas, pelo fato delas, além de estarem sob esse comando, se fazem culpadas com ele, pelo massacre da nação, já com mais de 5 milhões de pessoas assassinadas, e outras 16,1 milhões de pessoas nos corredores de extermínio pela tortura terrorista do desemprego; pelo assassinato de 94 pessoas por dia nos corredores de extermínio do SUS; pela eliminação de 174 pessoas por dia no arraial do banditismo de campo; e por 88,9% da nação que está doente por medo, estresse, depressão, preocupações e desespero, com 1 canceroso em cada 3 doentes. Nessa situação de culpa, as tropas ainda se desqualificam por covardia, por estarem submissas ao roubo de 44,2% que sofrem em seu orçamento; e isto as expõe como capachos dos bandidos terroristas, mantidos com esmolas do roubo do País, despojados da honra militar da nação, como Lula e Dilma registraram para a História em suas proclamações de desprezo e destruição:

Merecendo a ratificação dessa proclamação que o Oficial em situação de esbulho do Comando do Exército fez, e a respectiva fusão com a bandidagem comunista terrorista, que dela resulta, pela lógica do bom senso, de que: “os bandidos terroristas no poder escolhem agregados e capachos entre os que com eles se somam e se identificam”. Porquanto, além de proclamar “amizade do Exército com o bandido terrorista Aldo Rebello,” inimigo das Forças Armadas, da Pátria e do povo brasileiro desde 1964, ainda informou que as Forças Armadas, no Ministério da Defesa, estavam inibidas em suas “causas comunistas terroristas” que Rebello desinibiu. E depois de proclamar que: “Dilma é a comandante-em-chefe do Exército,” rastejou o Exército perante Michel Temer “bandido traidor golpísta de Dilma,” dizendo que: “O Exercito dá apoio à reforma do Estado que o Presidente Temer quer fazer”.  Se isso fosse a realidade do Exército, o Brasil não teria mais Exército e sim, um antro de capachos fazendo escudo ao “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos,” pela farra do PT no poder, regada à corrupção, prostituição, cafajetismo, vagabundagem, covardia e roubo.


De tal conjuntura, se identificam as tropas pela lição de bom senso que ensina: “Quando o homem é cuspido na cara e não reage, ele demonstra ausência de hombridade, de honradez e de caráter. E quando cuspido na cara ainda proclama fidelidade ao agressor, decai até do lugar que ocupa na vida como membro da sociedade, porque, em tal situação, se desprovê da respeitabilidade minima como esposo e pai”. Sem cujos provimentos não se tem homens para o campo da guerra. Pois o grau de servilismo mostra vilesa pederasta incompatível com o sacerdócio das armas e a perenidade da Farda que os homens militares têm de ostentar na sua intocabilidade e confiabilidade que personifica a HONRA DE SOBERANIA DA NAÇÃO. E, o bom senso convence de que é dessa ambiguidade de caráter nas esferas institucionais do País que emerge o estado de guerra convulsional terrorista que massacra a nação, rouba o País e destrói a Pátria; no qual esse Comandante assassinou 27 soldados do Exército nas incursões nas favelas do Rio de Janeiro, prestando agrado e cooperação à bandidagem terrorista que o nomeou; em cujo agrado cometeu crime de atentado terrorista contra a Constituição e se expôs no desempenho de implantação da TIRANIA TRANSNACIONAL OLIGARQUICA CORPORATIVA COMUNISTA FUNDAMENTALISTA TERRORISTA DE BANDIDOS que já substitui o Estado Democrático de Direito e submete o Brasil a estado de guerra de massacre convulsional terrorista, no qual, com 3% da população mundial, ele responde com 11% dos assassinatos em todo o mundo.

 

E de 2.011 para cá, se vê os quarteis submetidos à mesma maquiagem de fachada de todas as fortalezas que abrigam a bandidagem comunista fundamentalista terrorista em assalto ao País, protegidos do povo que está confinado do lado de fora, no regime prisional que, também, o mantém sob tortura terrorista do medo, insegurança pública, insegurança jurídica, insegurança econômica e insegurança nacional, sofrendo o apodrecimento moral da civilização; a destruição da família; a desagregação da sociedade e a desintegração da nação; com as instituições que organizam a vida nacional transformadas em abrigos de apátridas, vagabundos, cafajestes, crápulas, ladrões, vadios e mefíticos de toda a espécie. Em cujo contesto as Forças Armadas estão fundidas, não nas esferas de roubo do País, mas, nos abismos do massacre da nação, onde os soldados resultam desqualificados pelo desvalor da vida a que estão submetidos por salários de esmola, que ao HOMEM DÍGNO DO RESPECTIVO SÉXO o bom senso não admite tolerar; porquanto, quem não tem senso do VALOR ECONÔMICO DE SER HUMANO, não serve sequer para membro ativo da sociedade, quanto mais para merecer confiança como defensor da nação.


A esse estado, que já é deplorável e expõe os soldados como “bundões” sem outra serventia senão a de estarem estocados nos quartéis, como os marginais fora do poder estão estocados nas penitenciarias, as Forças Armadas somam, ainda, consideração abaixo dos estoques de chacais das penitenciárias, porque têm suprimento orçamentário para custeio de rancho e despesas básicas para até o final de setembro de 2.017. Pois, desde 1994 vêm sofrendo restrições orçamentárias, desmontagens de bases operacionais, desativação de todos os serviços de vigilância das fronteiras, e suspensão de programas militares indispensáveis à Segurança Nacional e desfalques de equipamentos bélicos; e, de 2003 para cá, se intensificou sobre elas, as campanhas difamatórias, mentirosas, agressivas e demolidoras constando até dos currículos escolares. Evidenciando o propósito do “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos” que o instalou, de extinguir as Forças Armadas pela desmoralização e aversão ideológica. Em cujo desideratum a subversão comunista terrorista criou a “Polícia Nacional” para substituí-las e submeter a nação ao massacre da respectiva tirania; como o fizeram na Venezuela. E, com a Lei terrorista nº 12.528 de 18.11.2011, a subversão comunista terrorista no poder restabeleceu o status quo ante da “Revolução de 64,” declarando a bandidagem subversiva terrorista vencedores, e a nação, vencida em suas Forças Armadas para, como infame, sofrer a condenação perpétua em seus soldados vivos e mortos, de esquartejamento de personalidade.


A isso se soma o corpo de delito do País, mostrando que o Estado Democrático de Direito instituído pela Constituição para dar operacionalidade à dinâmica de meio ambiente existencial do País pela ordem jurídica e o regime democrático, e, ao Processo Histórico, pelas instituições delimitadas pela tripartição dos poderes, está substituído pelo crime organizado no governo, operado por gangues políticas e gerido por corporações quadrilheiras, através de bandidos escondidos atrás de mandatos inventando leis, para bandidos escondidos atrás da toga manter o terrorismo combinado como sistema de poder, e a corrupção e roubo partilhado como forma de governo. Por onde inventaram o “socialismo monetarista de Estado sem economia,” estabelecido e operado por falcatruas contábeis, estelionato estatístico, renúncias fiscais estelionatárias, estelionato de preços públicos e estelionato de consumo, registros de dívida pública renegociada como créditos, registro de exportações inexistentes e picaretagens com títulos públicos entre o Tesouro Nacional, BNDES e Banco Central, por cuja engenharia marginal produziam “ativos líquidos” para recolher o dinheiro do terrorismo islâmico através das bolsas, e emitirem real frio para lastro metálico em contas correntes, para os bancos darem giro à roda do consumo/produção pelo multiplicador bancário que estabelece o fluxo de caixa da economia de consumo pelo crédito escritural sem lastro de conversão. E assim, o dinheiro do terrorismo financiava obras e governos nos 23 países componentes da organização transnacional de bandidos, através do BNDES pelas empresas terroristas respectivas, e o agronegócio pelo FCO; e as emissões de real frio mantinham o consumo suportando o emprego, e passavam pela produção conservando a arrecadação tributária; e voltavam ao Tesouro onde eram “esquentadas” como tributos, encargos, multas, taxas, emolumentos, custas, juros e lucros; e se acumulavam em dívida pública.

 

Daí a explicação para o deficit bruto da República de mais de R$ 7 trilhões sobre o PIB de R$ 1,5 trilhões em 2.017.


Isso reduziu o País a uma massa falida de 1/3 do seu tamanho econômico de 2.003/2006, em demolição de toda a sua estrutura física que, só na área do trânsito, mata 53 mil pessoas por ano e aleija e fere outras 135 mil pessoas; e deixou a nação descoberta de abrigo de sobrevivência e progresso; tipificando uma tirania terrorista genocida sem antecedentes e sem similar no mundo, porque ela se processa pelo sistema existencial da civilização terrorista que funde o Estado com a anarquia política, as instituições com as organizações criminosas e a nação com a bandidagem terrorista que a massacra. Identificando a TIRANIA OLIGÁRQUICA TRANSNACIONAL CORPORATIVA COMUNISTA FUNDAMENTALISTA TERRORISTA DE BANDIDOS, que esbulha as Instituições no Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário, por usurpação das investiduras, cargos e funções, composta por grupos, gangues, quadrilhas e corporações que se distribuem em:

1) bandidagem no poder alojados nos cofres públicos e instalados nas Instituições pelo: PMDB, PSDB, PT, DEM, PCB, PC do B, PTB, PDT, PSB, PPL, PTC, PSC, PMN, PRP, PPS, PV, PT do B, PR, PSTU, PRTB, PHS, PSDC, PCO, PTN, PSC, PRB, PSL, PR, PSD, PROS, SP, PMB, PP, PRTB, REDE, PODE, PATRIOTAS, supridos pelos “especialistas,” “intermediadores,” “negociadores” e “mefíticos” de toda a espécie, que estão espalhados por todo o tecido institucional e todas estruturas operacionais da República e iniciativa privada, alojados no erário público e ocupados em: a) roubar o Pais, b) massacrar a Nação, c) destruir e vender a Pátria;

2) bandidagem terrorista transnacional, alojados no “projeto Pátria Grande” e instalados no terrorismo corporativo sem fronteiras pela: URSAL, UNASUL, URC, ESAD, G-20, BRICS, FAO, OTSC, CEI, OCS, ECVCNB, no MST, CUT, MSTA, CEMIG, CONTAG, Via Campesina, MLST, MAB, MIR, ELN, EZ, APINB, ARPIN-Sul, COIAB, APOINME, CIR, ABA, IEB, CTI, CUIA, Sindicatos, Hamas, Taleban, Al Qaeda, Jihads, Hesbollah, Boko-Haran, Al Shebab, Estado Islâmico; Foro de São Paulo; Instituto Lula; Escola Sul-Americana de Defesa; Unidade de Coordenação Eleitoral; Exército Bolivariano; ocupados em destruir a organização constitucional do mundo, apodrecer a civilização e desestabilizar e dispersar a humanidade;

3) bandidagem de campo alojados no “fome zero” e criminalidade quadrilheira, organizados em: PCC, CV, FDN, TCC, CRBC, CDL, SS, DCMS, TC, ADA, IDI, AJ, AD, B.dos 40; PCN; ER; 300 Esp.; PCM; ERam; B. dos 300; CC; GDA; PCM; BI; PGE; B. dos 40; ADM; COM; B.dos 300M; PCM2; PCE; CP; BM; KATIARA; CPr; CAVEIRA; CMO; PJ; PCMpr; PCMG; MP; PI; PCU; CJUC; GF, CDLcr, PGC2, PCRV, CL, SN, SC,PL, PGO, FRC, BC, OS TAURAS, V.7, O.S.A.l, U.P.P, C.P.C, A.L, P.C.Pr, P.C.L.ms, D.G, BPj, B.C.cuia, C.V.mt, A.L.ro, C.P.ro, B. dos 13; 3º CP; Carecas do ABC; Comando da Paz; CRBC, Máfia do Lixo, Esquadrão da Morte. Assistidos pela Depen, “Pastoral Carcerária,” e ONGS; e ocupados em matar, assaltar, estuprar, sequestrar, roubar.

4) bandidagem empresarial terrorista aninhados no BNDES e cofres púbicos e compostos da: Odebrecht, OAS, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, UTC Engenharia, Camargo Correia, Engevix, Brf Brasil Founds S.A, Seara Alimentos S.A, JJZ Alimentos S.A, Madero Ind. Com. S.A, Touyo Setel Engenharia, Mendes Júnior Trading E. S.A, Anglo, Swit Bck, J&F, Vigor, Flora, Canal Rural, Banco Original e Cabana Los Lilas, Armour, Pite, Aspen Ridge, King Island, Moy Park La Herencia, Pibgrins Pride, EPE, Havan, FRIBOI, JBS, BNDES, TV GLOBO, dentre outras. Como o corpo de delito do País registra e está espelhado pelas: “Operação Lava Jato,” “Operação Carne Fraca,” “Operação Catilinária,” “Operação Castelo de Areia,” “Operação Patmos,” Operação Boca Livre, “Operação Recomeço,” Operação Turbulência,” “Operação Acrônimo,” Operação Zelote,” “Operação Custo Brasil,” “Operação Lucas,” dentre outros.

 

Organização essa, ora chefiada pelo meliante MICHEL MIGUEL ELIAS TEMER LÚLIA, brasileiro, de origem libanesa, que abriga o terrorismo pelas suas facções do Hamas e Hesbollah, para as quais, doou R$ 25 milhões pela “Lei nº 12.292 de 5.7.2010; aninhado em roubo da Previdência Social desde os 55 anos de idade, pela modalidade de “aposentadoria” do valor de R$ 45.055,99 em maio de 2.016, no qual a União participa com R$ 14.442,75 pela forma de “imposto de renda;” enquanto 71,6% dos aposentados após 65 anos de idade recebem um salário mínimo; e 5,6 milhões de jovens de 18 a 24 anos estão alojados na prostituição, criminalidade e tráfico de drogas por não terem espaço de sobrevivência na economia do País, sem nunca o meliante ter feito absolutamente nada de útil ao povo brasileiro, qualificando-se como bandido, terrorista, ladrão do Pais subtraído à ação da justiça por sua corporação quadrilheira na Câmara dos Deputados, através dos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva, suborno e peculato no valor de mais de R$ 15 bilhões, para cujo pagamento está vendendo o patrimônio público composto de 57 empresas, incluindo a própria Casa da Moeda. O qual se impõe como “comandante supremo e autoridade suprema das Forças Armadas,” que as mantém submissas pelo controle da hierarquia nas suas mãos; em cuja situação, os efetivos militares fazem parte de tudo isso, e, pelos salários que recebem e a situação de menosprezo e miséria em que vivem, dando sustentação ao roubo do País, massacre da Nação e destruição da Pátria, não lhes cabe outra identificação mesmo, senão a de capachos de bandidos pederastas, cafajestes, vagabundos, ladrões; que lhes faz desmerecedores do dogma constitucional da dignidade humana, e por extensão, da FARDA QUE ENCARNA OS SÍMBOLOS, VALORES, HISTÓRIA E TRADIÇÕES que personificam a civilização brasileira.

Mas, por que as Forças Armadas estão nesta situação? Na Constituição brasileira, as Forças Armadas não são poder. São o equipamento bélico do POVO, preexistente e pós existente à Constituição, para a defesa da Pátria, auto defesa da constituição e legitima defesa social, econômica, política e histórica da nação, sujeitas a convocação do povo através da delegação mandatária, ou pelo exercício direto do poder, em sede de Processo Histórico no Foro de Soberania que, nas questões interna corporis de Segurança Nacional, está instrumentalizado da INTERVENÇÃO CONSTITUINTE na Instituição da Cidadania. A qual se instalou pelo rompimento do Estado Democrático de Direito na fusão do poder político com a força militar no mantado/patentes do Presidente da República, por RAZÃO DE ESTADO, CRISE INSTITUCIONAL DE ESTADO, ASSALTO AO PODER FEITO PELO FORO DE SÃO PAULO, FALÊNCIA DO PAÍS E CAOS SOCIAL, que extinguiu eficácia à Magistratura de Estado e desproveu o Processo Histórico de regência institutiva; jogando o País na anarquia terrorista em que está, como já se mostrou de início.

De modo que, não são as Forças Armadas no seu âmbito constitutivo originário da Caserna que tinham de reagir contra o estado de guerra convulsional terrorista de massacre, mas sim, era o POVO EM FORO DE SOBERANIA NO COMANDO SUPREMO E AUTORIDADE SUPREMA DELAS que tinha de instaurar a REAÇÃO DE CIDADANIA e, pelo procedimento forense institucional disso decorrente, instalar a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO, na qual, perante a Corte Constituinte, CONVOCAR as Forças Armadas para a sua efetivação. Enquanto o povo não fez isso, e depois dele ter instaurado o procedimento interventorial, as Forças Armadas sofreram a sua quota no massacre da nação; na qual, o mais dolorido de todos os massacres suportados foi a hierarquia submetida à bandidagem comunista terrorista; principalmente do dia 1º de janeiro de 2.015 para cá, quando a Instituição da Presidência da República resultou vaga, sob esbulho e usurpação de Dilma Vana Rousseff e Michel Temer, e os Comandos militares tiveram de aguentar submissão a esses bandidos terroristas. Pois, para não se submeterem, tinham de reagir pelo Foro de Caserna, que, em esfera de INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO sofre exclusão pelo Foro de Soberania, no qual o Foro de Caserna tem de emergir tecnicamente.

Todavia, o sacerdócio das armas exige do soldado, não apenas a abnegação física ao holocausto até da própria vida, mas, acima desse, o sacrifício do trucidamento moral que inclui a desonra e a aparente vileza, ao qual estão submetidos os oficiais superiores que fazem papel de capachos dos bandidos apátridas e submetem as Forças Armadas aos opróbrios morais que disso lhes decorre. Pois, é para tais ocasiões, que o soldado recebe treinamento para passar pelos esgotos, pelas latrinas, nas quais se incluem as latrinas políticas que, não raro, transbordam com espécimes efêmeros dos abismos do Edifício Social, como ocorre desde 2003.

Mas, o procedimento interventorial cumpriu todas as cautelas da Constituição, no sentido de bem identificar a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO pelos pressupostos e condições de constitucionalidade, legitimidade, necessidade e impositividade. E perante a Corte Constituinte formalizou a CONVOCAÇÃO das Forças Armadas e atendeu à característica de boa vontade, tolerância e fraternidade, mesmo na ocasião da alma nacional ferida, que assenta a unidade da nação e recepciona na Constituição a Declaração dos Direitos Universais do Homem, oferecendo, pela Corte Constituinte, o prazo de cinco dias para o meliante Michel Miguel Elias Temer Lúlia desocupar suasoriamente a Instituição da Presidência da República e seus anexos, poupando as Forças Armadas do desforço bélico na reintegração da Instituição da Presidência da República à União, para o povo dar posse nela, ao cidadão que está indicado pelo COMANDO DA INTERVENÇÃO à missão de resolver a vacância que o Brasil sofre na Presidência da República, e: recuperar a vocação de liberdade da nação; restabelecer o Estado Democrático de Direito; restaurar a unidade da nação; reencaminhar o País para o trabalho, e promover a reconstrução da soberania do Brasil perante o mundo. Através da eliminação deste “modelo político” ideológico empregatício burocrático sem economia, de consumo, gastança, fiado, vadiagem, corrupção, furto, roubo, custos, impostos, prejuízos e irresponsabilidade, e instalação do ESTADO ECONÔMICO EMPRESARIAL DE PROGRESSO PARA QUALIDADE DE VIDA, reintegrando a força empresarial à expansão econômica e a força de trabalho ao emprego disso decorrente, como foi de 1.964 a 1.985.

Então, por dever de justiça, cabia às Forças Armadas se apresentar no teatro operacional de campo da INTERVENÇÃO pelas impressões que a nação teve delas, perfeitamente admissíveis, porque, vistas de fora do sacerdócio militar que as insere, elas aparentavam ser isso que aqui elas próprias interpretam. Além disso, seria falso se ocultassem ao senso crítico da nação, que são instituições de homens falíveis e sujeitos ao desenvolvimento humano que passa pelos equívocos, pelos enganos, pelas convicções erradas e pelos posicionamentos morais inadequados, que a Constituição abriga na soberania de consciência. E, é nesse equipamento humano dos soldados que as Forças Armadas camuflam seus serviços de inteligência, informação e pedagogia operacional nos cenários de conturbações de soberania, de guerra e de condução do Processo Histórico quando ele se desalicerça da Constituição e extingue a Magistratura de Estado que lhe dá promoção institutiva. E como é desempenho técnico de Ciência, e não político, demanda cautela estratégica máxima, acima da percepção e da sensibilidade da nação. Não fosse assim, desde 2.005 o Brasil estaria em guerra civil declarada.

Daí, saberem, d´antemão, as Forças Armadas, que não estão para arregimentar plateias e nem para serem incentivadas por aplausos, porque, o manejo das armas impõe convicção construída por autoridade de cátedras, conhecimento pleno de causa e domínio absoluto da dinâmica existencial humana. Então, uma causa para mover o equipamento militar à sua execução, não pode emergir de emoção, de efervescência de massa, de interesses de mera vontade, ainda que seja a vontade da nação. Por isso, a INTERVENÇÃO começou em 2.004 com as CPIs dos Correios e do Mensalão, por desempenho puramente civil, sob segura e inconfundível execução constitucional, identificada por impessoalidade absoluta e desprendimento patriótico insuspeitável; com as Forças Armadas no seu papel constitucional de equipamento bélico do povo. Como o revolver na cintura do policial em ação, assim se portaram as Forças Armadas por estes 13 anos do procedimento interventorial que, ora, instala a execução do seu objeto com a CONVOCAÇÃO constitucional das Forças Armadas para efetivá-lo.

Diante do qual, como já disse o Exmo. Sr. Gen. de Ex. Eduardo Dias da Costa Villas Boas, Comandante irregular do Exército: “As Forças Armadas se sentem abraçadas pela sociedade civil, a qual servem.” Logo, constitucionalmente CONVOCADAS, declaram instalada a ação de campo na INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO, que tem por objeto constitucional imediato:

          1) a reintegração da Instituição da Presidência da República à União;

         2) a prisão do meliante Michel Miguel Elias Temer Lúlia que a esbulha;

       3) a posse na vacância do cargo de Presidente da República ao cidadão civil titular interino dele, que o COMANDO DA INTERVENÇÃO indicou para a missão interventorial constituinte.

Pois, a atualidade do evento terrorista contra a Segurança Nacional está exposta na ausência de foro de socorro ao povo, no Regime, comprovado pelo próprio apodrecimento institucional dos poderes constitucionais, que substituiu a ordem jurídica e o regime democrático pelo crime organizado no governo, operado por gangues políticas e gerido por corporações terrorista. Porquanto, perante qualquer poder ou instituição, se peticiona ao próprio bandido ou a protetor dele. Razão pela qual, a nação está hoje, desintegrada por 102 milhões de demandas judiciais entre 93 milhões de pessoas da população economicamente ativa, que levam de 5 anos a 30 anos para serem decididas, porque todas as demandas, da justiça itinerante à Pilatos que condenou o Filho de Deus, o contraditório é só o enredo do jogo demandatário, à espera de “quem dá mais,” que, nas esferas “olímpias de Pilatos,” chegou a ter “tabela mínima liminar monocrática” de R$ 1,7 milhão, em notas físicas da Casa da Moeda, acondicionadas numa “valise preta” por onde se fazia a transferência por troca de valises em um jantar de executivos, em ambiente seguro. Esse campo de enriquecimento do “socialismo monetarista de Estado sem economia” se distribui por “bancas de advocacia especializadas em supremo; especializadas em tribunais, especializadas em justiças,” espalhadas por toda a República. Cuja área “econômica” a Polícia Federal identificou como um tecido que se transmuta de acordo com os persecutórios que sofre, informando que: ‘É humanamente impossível combater a corrupção do PT, porque, quando se chega a um foco, ela se espalha em vários outros.” Por isso, o Ministro Gilmar Mendes desfechou ataque contra a tirania terrorista extintiva do Estado, pelo entrevero do “banditismo togado” entre si, com o prende/solta entre a Justiça Federal e ele, mostrando que, os magistrados desprovidos do poder de coação que dá utilidade repressiva às suas sentenças, estão reduzidos a bandos marginais distribuídos por instâncias no roubo do País, massacre da Nação e destruição da Pátria, porque não existe mais Estado. Anarquia que resultou clara, repita-se, desde que Rodrigo Janot com Luiz Edson Fachin transformaram a decisão do TSE que arquivou a “cassação do mandato de Dilma/Temer por não haver mandato para ser cassado,” na astuciosa fórmula de saqueamento do País em massa falida, de mais de R$ 15 bilhões pela modalidade de compra de 263 deputados, ruralistas, prefeitos e governadores de suas “bases” para a pratica do evento criminoso terrorista em série, de subtração do meliante Temer à ação da justiça, por formação de corporação terrorista, corrupção ativa e passiva, suborno, peculato e roubo dos cofres públicos.

A isso soma-se Polícia Federal “combatendo a corrupção, desvio de verbas públicas e lavagem de dinheiro” chefiada por Michel Temer bandido terrorista mentor, comandante e principal beneficiário desse campo. de marginalidade. Como o Ministério Público Federal denunciando ladrões e assaltantes chefiado pelo Procurador-Geral da República nomeado por Dilma Rousseff e mantido por Michel Temer, bandidos terroristas mentores, promotores, comandantes e principais beneficiários do roubo do País, massacre da Nação e destruição da Pátria. E também o Supremo Tribunal Federal, o Superior Tribunal Eleitoral, o Superior Tribunal de Justiça e o Tribunal de Contas da União combatendo a criminalidade no poder com seus corpos magistrais nomeados pelos bandidos terroristas, mentores, chefes e primeiros beneficiários do estado de criminalidade que produzem. Donde resulta a Magistratura transformada em grupos de “bandidos escondidos atrás da toga;” porque, repita-se, substituído o Estado Democrático de Direito, pela TIRANIA OLIGÁRQUICA TRANSNACIONAL CORPORATIVA COMUNISTA FUNDAMENTALISTA TERRORISTA DE BANDIDOS, a Magistratura resultou desprovida do poder de coação, que investe as sentenças de execução compulsória irresistível assentada no Poder de Polícia do Estado, e, excepcionalmente, na Força de Soberania da Ordem Constitucional.

E daí, as justiças e as respectivas instâncias judiciárias viraram corporações no entrevero da bandidagem no roubo do País, massacre da Nação e destruição da Pátria, onde a repressão policial quanto o enquadramento processual, como as sentenças geradas, são apenas apetrechos do instrumental operacional do banditismo terrorista da gigantesca organização criminosa retratada na página 4 desta declaração. Sendo exemplo a campanha para Presidente da República que o meliante Luiz Inácio Lula da Silva lançou, tendo a sentença retórica que lhe condenou a 9 anos de prisão, como apresentação da sua evidência nacional e respectiva proposta de governo.

Porquanto, não há como se classificar diferente, nessa fusão de magistrados com condenados a descoberto de Estado, de ordem jurídica e de regime democrático. Onde os condenados resultam em massacre terrorista, investidos de legítima defesa contra os magistrados que os confinam, perante a Ordem Jurídica universal que estabelece as civilizações por Estados instituídos pela Lei, operados pelo Direito e consolidados pela Justiça. Impondo-se a lição que ensina: “Para tirar os bandidos da rua, se tem de tirar do poder, aqueles que, nas respectivas investiduras de autoridade, produzem a degeneração moral que os gera.”

E, a escolaridade, a História e o bom senso esclarecem que não há outro jeito do País ser recuperado ao trabalho, emoldurado pela lei e a ordem, senão pela desmontagem da TIRANIA OLIGÁRQUICA TRANSNACIONAL CORPORATIVA COMUNISTA FUNDAMENTALISTA TERRORISTA DE BANDIDOS, que implica no expurgo amplo e profundo da bandidagem comunista terrorista do poder; e que a nação não tem mais como fazer por eleições, porque o processo eleitoral não é seletivo e sim agregacional da marginália política; e está alojado no erário público para manter esse sistema terrorista de poder e essa forma gangsterista de governo.

Mas, o fato que mais impõe a efetivação da INTERVENÇÃO é a crescente tragédia sócio-econômica do País, na qual já se constatou pessoas matando crianças para comer. E basta observar-se as multidões de milhares de trabalhadores que comparecem a cada vaga de 10 ou 20 empregos que acontecem. E o meliante Michel Temer não noticia os números de desempregados que ocorrem nas respectivas disputas, mas sim, as vagas apresentadas, para dizer em sua macabra e insana estatista que: “Está havendo reemprego no País.” Ao que se ajunta a sua desesperada venda do patrimônio público indispensável à soberania e segurança nacional. E a situação mais grave, que é a NULIDADE DE TODO O GOVERNO desde 1º de janeiro de 2.015 para cá, que está impedindo investimentos internos e externos na economia nacional. Porquanto, além da ilegalidade do Governo, que atinge a respectiva produção legiferante, NEM LOUCO investiria no País governado por ladrões terroristas insanos.

Então, considere a nação, que a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO está à responsabilidade das Forças Armadas, sob o comando supremo e autoridade suprema do povo em Foro de Soberania, liderado constitucionalmente pelo COMANDO DA INTERVENÇÃO aqui assinado.

E, historicamente considerando, se o tipo de anticivilização irracional, ilógica, psicopata, retrógrada, marginal, embusteira, trágica, degenerada que prostra o Brasil, fosse fórmula de atender a espécie humana na sua única finalidade na Terra, de procriar, sobreviver e raciocinar, regida geneticamente pela hombridade honradez, caráter e lucidez, donde emerge a vida civilizada organizada por Estado instituído pela Lei, operado pelo Direito e consolidado pela Justiça para o Progresso buscando qualidade de vida, Sodoma e Gomorra, com todas as civilizações que se desalicerçaram do Estado pelo apodrecimento político, não haviam desaparecido.

Logo, as Forças Armadas se reconhecem no comando supremo e autoridade suprema do povo no exercício direto do poder por vacância no mandato/patentes de Presidente da República. E, sob esse comando, NOTIFICAM o meliante Michel Miguel Elias Temer Lúlia e seu staff corporativo terrorista, que SERÃO PRESOS se comparecerem nas comemorações da SOBERANIA DO POVO BRASILEIRO no dia 07 de Setembro de 2.017; se, circunstâncias técnicas o suportarem no esbulho da Instituição da Presidência da República e usurpação do respectivo cargo; cujo jugo militar impõe as Forças Armadas reprisar as fundamentações com mais o seguinte:

O ATAQUE MILITAR EM FORO DE SOBERANIA É UMA ACUSAÇÃO INAPELÁVEL. POR ISSO, SEUS ASSENTOS TÊM DE ESPELHAR: INFORMAÇÃO, DIAGNÓSTICO, ESCOLARIDADE, CIÊNCIA, NEUTRALIDADE, CERTEZA E INSUPERABILIDADE.

Michel Miguel Elias Temer Lúlia é um equívoco racional sem rumo, que se diferencia de Luiz Inácio Lula da Silva apenas no analfabetismo de um e de outro: Temer se analfabetizou em grau de erudição na Escola; Lula se preservou analfabeto natural. No mais, são absolutamente iguais; a personalidade de um é exatamente a personalidade do outro; apenas Lula mente, trai e rouba no jeito chula e descuidado do bandido analfabeto natural; Temer faz a mesma coisa pela retórica dissimulada e precavida do bandido analfabetizado na Escola. A analfabetização escolar é típica em todo o 3º Mundo e se destaca nas civilizações coloniais de origem europeia, profundamente miscigenadas. Temer nunca foi o que quis ser; quis ser pianista mas não estudou piano; quis ser advogado, mas foi professor; quis ser Procurador de Justiça, mas foi político; quis ser literato jurista, mas foi um verborreico sem senso de auto avaliação; quis ser poeta mas foi um apaixonado da Marcela; quis ser um intelectual, mas, como ele confessa em seus pronunciamento antigos: “Sempre esteve muito envolvido com a política estudantil e por isso, só estudava o mínimo para passar de ano.” E assim, ele sempre foi o “mínimo de si mesmo,” ocupado em ser o máximo de sua ambição pela fama, o poder e a riqueza sem méritos.

Se proclama “doutor, mestre e doutrinador em Direito Constitucional.” E só não é isso, porque não existe “Direito Constitucional” em âmbito de cátedras jurídicas. O que existe é o Constitucionalismo que é a DOUTRINA ORGANIZACIONAL da espécie humana em sua finalidade espiritual de procriar-sobreviver-raciocinar, originariamente regida pela hombridade-honradez-caráter-lucidez; em cuja gênese o Constitucionalismo funde o trinômio racional originário da inteligência jurídico-social: Nação-Território-Soberania, em Poder Constituinte encarnado pelo POVO, e organiza a espécie humana em dimensão histórica originária de si mesma, pela Vida Civilizada REGIDA POR ESTADO instituído pela Lei, operado pelo Direito e consolidado pela Justiça, que instala o Processo Histórico a realizar pelo homem o PROPÓSITO de Deus de povoamento da Eternidade.

O Constitucionalismo foi oferecido pela Escola da Tragédia do Homem, apresentada por Moisés, originária da civilização egípcia que durou 15 mil anos regida pela Escola Faraônica que alojava o poder na supremacia de intelecto e conhecimento humano portada pelo Filho do Sol, porque não se admitia que houvesse alguém mais lúcido, mais inteligente, mais sábio do que ele. Por isso, ele era o “Sol da Nação.” Admitia-se que houvesse no mundo outra pessoa tão lúcida, tão sábia e tão insuperável quanto o Faraó, mas, não se admitia que existisse alguém superior a ele, porque, se existisse, a JUSTIÇA que supria a espécie humana da seleção de inteligência em lugar da seleção natural, resultaria suspeitável. E isto daria aos maus, o direito da falibilidade humana que a MAGISTRATURA não comporta. O que resultou procedente com a crucificação do Filho de Deus. O exercício de civilização por essa fundação garantiu a maior longevidade política ininterrupta e sem guerras da História da humanidade. E isto justifica a escolaridade apegada à exegese, que prevalece inalterada na educação religiosa.

A Escola da Tragédia do Homem superou a Escola Faraônica, ao substituir o Faraó pessoa humana, pelo Estado ente jurídico; e santificar a Magistratura pela IMPESSOALIDADE DO PODER que faz a JUSTIÇA ser grau de ascendência intelectual e transcendência espiritual da nação, assentada nas armas. Por isso, o Constitucionalismo estabelece o “SOLDADO POR MINISTRO DE DEUS, PORTADOR DA ESPADA PARA EXECUTAR A JUSTIÇA SOBRE OS MAUS.” E assim resolve, sem acarretar sobre a consciência do Magistrado, a seleção social no Processo Histórico, que supre na espécie humana a seleção natural comum a todas as demais espécies. Ao praticar a JUSTIÇA, o Homem ascende sobre sua originalidade biológica, se institui em dimensão histórica e transcende em necessidade de respostas ao sentido da vida e ao melhor emprego dela por cada vivente racional envolvido pelo desejo irresistível de procriar, a necessidade insuperável de sobreviver e o impulso espiritual de raciocinar. Donde emerge o MUNDO HUMANO HISTÓRICO, feito de PROGRESSO buscando QUALIDADE DE VIDA, pelo Processo Histórico promovido pelo Estado através da Constituição bifurcada em MAGISTRATURA DE ESTADO e FORO DE SOBERANIA, pelo GOVERNO, a LEGIFERANÇA e a JUSTIÇA.

Então, não existe cátedra de “Direito Constitucional” capaz de gerar “doutor” na respectiva espécie pedagógica. Primeiro, porque, ou se sabe a ESTRUTURA GENÉTICA da Vida Civilizada no respectivo grau intelectual final da sensibilidade perceptiva terráquea, ou nada se sabe sobre o existencialismo humano no campo das suas necessidades de encaminhamento, organização e hereditariedade. Segundo, porque o intelecto humano é um complexo matemático composto de: impulso, reconhecimento e discernimento, que instala a respectiva dinâmica existencial por: percepção, decisão e empreendimento. Esse complexo instala a PERSONALIDADE movida pelos ideais, controlada pela consciência e instalada pelos interesses. A Constituição emerge do povo que é isso. Logo, ela é a CARTA DOGMÁTICA que projeta o tipo de civilização que a vocação política da nação define. E dogma não tem sentido próprio; ele é a exteriorização da consciência organizacional da nação, da qual nascem delimitações sociais e os direitos e obrigações que formulam a pedagogia jurídica. Como Deus é o final da busca intelectual, independentemente da convicção de ele existir ou não, a Constituição é o final da racionalidade sobre a dinâmica humana, independentemente dela ser aceita por todos ou não. ELA É O DOGMA DA CRENÇA POLÍTICA, DA FÉ ESCOLAR, DO CAMINHO DA DESCENDÊNCIA E HEREDITARIEDADE, que transforma o HOMEM NATURAL em HISTÓRIA. Embora esse caminho, na Constituição democrática pluralista, não esteja indicado, mas apenas posto ao horizonte de cada pessoa dentro da sua soberania de consciência calibrada pela LEI e a ORDEM.

Por isso, Jesus, ao adequar a Escola da Tragédia do Homem pela Escola da Conciliação que ele ofereceu, já chamava os “doutores” fabricados pelo “Direito Constitucional,” de “SEPULCROS CAIADOS.” Onde Michel Temer arremata o tudo que ele quis ser, em o nada que ele resultou; só sendo um ladrão do País no furto vitalício da Previdência que iniciou aos 55 anos de idade, SEM TER DEIXADO VESTÍGIO DE TER FEITO ALGUMA OBRA ÚTIL NA CONSTRUÇÃO DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA para tal merecimento; tão expostamente um roubo, porque ele nunca se desalojou do erário público pela sua continuação astuciosa de furtá-lo. E continuou não sendo nunca nem uma coisa e nem outra, em sua peregrinação desassossegada pelos empregos públicos, sempre de ponta salarial e de poder máximo. Como, aliás, é a índole genética de todo o terrorista.

A Constituição brasileira que foi produzida pelas Forças Armadas emerge dessas fundações e institui a dogmática da civilização brasileira à realização da soberania de consciência pela ilimitação do intelecto humano que, em qualquer grau de escolaridade ou de ciência, está sempre entre o ABSURDO às nossas costas e o ABSOLUTO à nossa frente. Ou seja, entre o desapego das paixões biológicas e a lucidez do espírito; ou a “pedra de sal de Sodoma e Gomorra” e o horizonte infinito do desenvolvimento.

Emergente dessas fundações, a Constituição brasileira institui a dogmática da civilização que projeta, à construção pela soberania de consciência através da ilimitação do intelecto humano que, em qualquer grau de escolaridade ou de ciência, está sempre entre a História e a tendência de se despegar dela; cuja insegurança congênita, Moisés situou como “pecado;” ou seja, a insegurança sem resposta pedagógica. Por isso, a Constituição inverte a ESPIRAL DO PODER, do CIDADÃO para o ESTADO. E não foi a Constituição que gerou a hecatombe de civilização que prostra o povo brasileiro, e sim, foi o subdesenvolvimento somado com o analfabetismo escolarizado, a índole irresponsável da nação, a crendice alienatória e a ausência de tipo psíquico brasileiro que submeteu a nação à efervescência do imaginativismo doentio, fomentado pelo final de ciclo da Civilização Conciliatória que esgotou as suas formulações de cátedras para amparar o crescimento demográfico com a expansão econômica necessária; por onde gerou-se o processo das transformações sociais que trouxe as bases residuais e de fundo do Edifício Social à tona da nação, com sua efervescência verborreica, e implodiu a respectiva vertical do desenvolvimento evolutivo, misturando em escombros da civilização vencida, eruditos e analfabetos, beatos e bandidos, freiras e prostitutas, magistrados e condenados num contexto existencial uniformemente podre. Como Jesus encontrou a civilização judaico-romana nos seus dias, quando advertia: “Não aponte remela no olho do teu semelhante, porque pus escorre do teu próprio olho;” “Não julgue, porque naquilo em que julgares o malfeitor, a ti mesmo te condenas.” Pois, em tal estado decadencial de civilização, não são pessoas que se tem de atacar, e sim é modelo político, sistema de poder e forma de governo que se tem de eliminar pela força de novas formulações racionais. Como Paulo bem lecionou: “A nossa luta interventorial na civilização não é contra pessoas e sim, contra as forças dos abismos da nação que a submetem.” Momento aquele, bem presente agora, com o Ministro Gilmar Mendes a mostrar a fusão insuperável de magistrados com condenados, no País transformado em sindicato de ladrões, onde não há como não se resulte no composto de ladrões se saqueando mutuamente para poder sobreviver, no saqueamento do País mantido pela bandidagem no poder. Daí, a INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO, ao encargo, agora, das Forças Armadas, ascende sobre o estado de guerra convulsional terrorista de massacre da nação, com a mesma imperatividade, até de holocausto, como foi o holocausto da cruz que arrancou, não só a civilização judaico-romana da hecatombe a que chegara, mas, o mundo inteiro. Pois, desde aquele tempo, somos o que George Eliot sentiu:


“Nossas vidas são de tal maneira ligadas entre elas, que é absolutamente impossível que faltas de um não retumbem sobre outros; mesmo a justiça faz suas vítimas; e nós não podemos conceber nenhum castigo, que não se estenda em ondas de sofrimentos imerecidos, muito além do objetivo que ele se propõe.”


Isto, para assentar a legitimidade acusatória das Forças Armadas na tarefa que lhes está posta pela nação na Constituição. Porquanto, o que legitima o uso das armas é a insuspeitabilidade pedagógica que o domínio das causas que as impõe revela. E não sendo assim, toda a reação não passa de insubordinação tirânica contra a tirania instalada. Além disto, o brado de socorro da nação às suas Forças Armadas, tem implícito a sua certeza nesta COMPETÊNCIA INTELECTUAL e DESTAQUE SACERDOTAL, compatível com os blindados, bombardeiros, submarinos e atiradores de elite que as equipam na respectiva tarefa.


Michel Temer, intruso na vida pública do País, porque foi rejeitado desde que começou intentar se eleger no Centro Acadêmico da USP, e nunca conseguiu mandato, mas sempre chegou ao cargo cobiçado “dando rasteira” no companheiro que o fazia suplente, como fez com Dilma, peregrinou por cargos públicos de elevados salários e regalias fazendo sua “carreira de aposentado marajá,” e filiou-se ao PMDB em 1981 onde instalou a sua “secreta trajetória à Presidência da República” na GARUPA DE ALGUEM, como sempre andou em toda a sua vida mandatária. Pois, conhecendo-se o MARGINAL QUE É, identificado por dois processos no STF por “organização criminosa” e “obstrução da justiça,” mais três inquéritos policiais esperando por denúncias na PGR e mais 12 denúncias por crime de responsabilidade na Câmara dos Deputados, ele sabe que POR VOTO DIRETO JAMAIS TERIA CHEGADO A LUGAR ALGUM na vida pública do País, mas, satânico de assustadora habilidade infernal, se identificou com Lula, fundiram-se no PT/PMDB por onde ele pulou na garupa da Dilma e chegou ao poder, unidos na pregação de “democratização do País, moratória para a dívida externa, extinção da pobreza, eliminação dos banqueiros, entrega das empresas empregadoras aos empregados, abandono das obras faraônicas, habitação para todos, reforma agrária, eliminação do banditismo, eliminação do analfabetismo e extinção da ditadura tributária.”


E, tudo isso aconteceu ao contrário da pregação. Temer transformou a democracia em cleptocracia e o País num sindicato de ladrões; diluiu a dívida externa por falcatruas contábeis que a multiplicaram sem haver novos empréstimos; vendeu as usinas hidroelétricas e o patrimônio público que integram o potencial de segurança nacional materializador de nossa soberania, para a China; acabou com a malha viária; destruiu o sistema nacional de armazéns e a logística de estoques garantidores dos mercados externos; produziu 13,3 milhões de miseráveis alojados no “fome zero” e sobrevivendo do crime; promoveu a concentração de renda que triplicou as fortunas de 164 pessoas e destruiu a classe média; enriqueceu ainda mais os banqueiros internacionais pelo “socialismo monetarista de Estado sem economia,” que cumulou os banqueiros de lucros destruídos da geração patrimonial, pelo multiplicador bancário operado com lastro metálico frio em contas correntes; acabou com a organização empresarial e jogou 16,1 milhões de trabalhadores ao desemprego; acabou com o BNH que sustentava o programa nacional de habitação, e criou o “Minha Casa Minha Vida” para abrigar o dinheiro do terrorismo islâmico; transformou a reforma agrária em MST de invasões de propriedades e de áreas públicas, alojados no erário público; aumentou a criminalidade comum a estado de guerra convulsional terrorista de massacre; transformou as escolas em laboratórios de emburrecimento, analfabetização e iniciação e treinamento em prostituição, cafajestismo, vício e vadiagem; e instalou a pior das ditaduras do mundo com o povo sequestrado em seus lares e locais de trabalho em eliminação pelo terrorismo do medo, insegurança pública, insegurança jurídica, insegurança econômica e insegurança nacional; e assim, o Brasil, que em 1985 estava para integrar o “Clube de Paris” entre as dez maiores economias construídas do mundo, hoje é escombros, desagregação e miséria sem classificação econômica porque excedeu a tudo o que a humanidade entende por degradação, podridão institucional e demência política.


Então, Michel Miguel Elias Temer Lúlia não é um político desequilibrado, dominado pela ambição de poder e riqueza sem méritos, mas sim, é um bandido terrorista patológico genético sem senso de humanidade, de espiritualidade e de partilhamento existencial, histórico de raízes genéticas que transcendem da civilização brasileira para origem remota bíblica informando que eram criaturas tão efêmeras que o próprio Deus selecionou e organizou o povo judeu para exterminá-las e esses não o fizeram; e aí está o mundo todo infestado deles; com os quais Temer, além de proceder deles, está ostensivamente fundido com a sua doação de R$ 25 milhões ao Hamas e Hesbollah em 2.010. E, seja a história bíblica procedente ou não, eles estão aí, satânicos e irracionais do jeito que o respectivo relato os apresenta. Perigosamente astuto, porque, infiltrado no PMDB uniu a agremiação ao PT, contra o lema partidário de: “não roubar, não permitir que se roube; por na cadeia os que roubam.” E, o que a “Revolução de 64” havia produzido para ser um modelo partidário à democracia pluralista, é, nas garras de Temer, o maior antro de ladrões, bandidos e terroristas do mundo; como a sua organização no esbulho da Presidência da República e Congresso Nacional está mostrando.

E, obstinado em acabar, não só com a civilização brasileira e escravizar o que restar do respectivo povo ao terrorismo, além da internacionalização do Brasil pelo banditismo terrorista transnacional que forma o 2º núcleo no Foro de São Paulo/Estado Islâmico, está vendendo o patrimônio público que equipa a segurança nacional e materializa a soberania do Brasil. E isto está, originariamente, desde que nasceram as Forças Armadas com a nação no dia 19 de abril de 1.648 no Monte Guararapes, ao encargo delas, como tipificação genética da civilização brasileira que as identifica para aquém e para além da Constituição. E as expõe por legitimidade cohnstituinte originária em Foro de Caserna pela LEGÍTIMA DEFESA DE SI, DA PÁTRIA, DO POVO BRASILEIRO E DA INTEGRIDADE CONSTITUCIONAL DA HUMANIDADE LIVRE. Pelo que, constitucionalmente CONVOCADAS PELO POVO NO EXERCÍCIO DIRETO DO PODER, e originariamente reconhecidas no art. 142 da Constituição, como FORÇA/PODER DE CASERNA, as Forças Armadas, no comando supremo e autoridade suprema do povo, reiteram, ratificam e instituem perante o mundo, que:

POR ESTE ATO DE CIDADANIA DECLARATÓRIO, ESTÁ CONSTITUCIONAL MENTE VENCIDA A SUBMISSÃO DO POVO BRASILEIRO QUE INSERIA AS FORÇAS ARMADAS NA EFÊMERA EXPERIÊNCIA SOCIALISTA TERRORIS TA. E ESTÁ ROMPIDO O ELO DE SACRIFÍCIO DAS FORÇAS ARMADAS COM A BANDIDAGEM TERRORISTA FUNDAMENTALISTA NO PODER. A PARTIR DE CUJO ROMPIMENTO, MICHEL MIGUEL ELIAS TEMER LÚLIA É UM APATRIDA PERSONIFICANDO O INIMIGO A EXPURGAR DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA DESDE 1.919 QUANDO O TERRORISMO SURGIU NO BRASIL, EMBRIONADO NO COMUNISMO BÁRBARO CUBANO.

 Quartel General do Exército –SMU, Brasília/DF. 1º de setembro – Semana da Pátria -, de 2.017.
COMANDO DA INTERVENÇÃO CONSTITUINTE NO PROCESSO HISTÓRICO
na representação constitucional do povo
no comando supremo e autoridade suprema das Forças Armadas
Celio Evangelista Ferreira do Nascimento
- Forças Armadas - Polícia Federal - Polícias Militares - Polícias Civis – Agentes Penitenciários
Ministério Público Federal – Ordem dos Advogados do Brasil – Justiça Federal
– ACIC - TV Tarobá – Lideranças da Nação – CNI – CNC – CNA.

 

 

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Última modificação emTerça, 26 Junho 2018 14:44
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